terça-feira, 3 de novembro de 2009

Confu-ação!

Tentei adormecer, apagar, deletar pensamentos e ações expontâneas, confusas, porém sinceras. Percebo que minhas palavras jamais encontrarão os silenciosos sentimentos que aqui insistem em latejar.
Na tentativa de encontrar uma opinião alheia para questões só minhas, só acumulei novas questões e doloridas respostas: "O que você deseja?", "Onde pretende chegar com estes pensamentos confusos?", "Já disse para não esperar nada de mim!"
Queria eu acreditar que não espero nada mesmo do outro. Mas não é verdade. Quero a surpresa, um amor inconsistente, mas presente no olhar.
Hajo na impulsividade. Mas vamos lá, mais uma vez, respondo: quero o abraço carinhoso de quem me estima, um afago nos cabelos até poder adormecer, sonhar e acordar, olhar para você ao meu lado e voltar a sonhar em paz, sem culpa ou temor de colocar libidinosos roteiros que só minha mente inconsciente é capaz de produzir. Seria pedir muito?

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