Percorre o espaço inundado de notas musicais, suor e sorrisos. Caminha por entre pessoas diversas. Nada sente, nada acalma. Eis que a sombra projetada por um dos refletores trouxe uma sensação de completude. Somente aqueles olhos pequenos e apertados, ora furtivos, ora desconexos e opacos. Não importa. No momento propício eles encontrarão a silhueta dançante. De coração vazio, mas com os seguintes dizeres em sua porta: "Só entre se puder cuidar bem deste espaço".
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