Pensei em tuitar as horas repetidas hoje, 23h23. Estes são os meus sessenta preciosos segundos: o minuto exato no qual um encontro pôde deixar de ser sonho e finalmente se materializar. Passaram-se as horas, meses, anos! Entendi que redigitar e tornar público, a quem pudesse ler, não faria o menor sentido. Nunca fez, na verdade.
Vinte e três horas e vinte e três minutos e as possibilidades são muitas. Este é o minuto exato de uma série de sincronicidades que se desencadearam - e ainda se desencadeiam - , mas eles só pertencerão a mim e não aos meus followers no Twitter.
Essa massa de gente próxima, distante, tátil ou volátil jamais entenderá o caminhos que uma alma escolhe percorrer dentro de irrisórios 60 segundos. Aliás, são tantos os 60 segundos dentro de um dia, por que nestes seriam mais especiais que os outros?
O que tem de especial nisto talvez não esteja pronta para compreender, muito menos verbalizar. O que sei é que escondi neste símbolo, o 23h23, um portal...
Ah! Quem dera se a humanidade pudesse abrir os labirintos da memória reservando apenas um minuto de seu dia para a contemplação de seus erros e retificação dos futuros atos. Um erro, uma despedida, um desprendimento, uma ideia, um auto-elogio... um por vez. Apenas um em 60 segundos.
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