Tenho aquele amor.
Invisível, indireto,
improvável e impalpável.
Nem por isso deixa de ser amor
O amor que não tem nome
O amor que cativa
O amor que dá vida.
Imagino a pele
Imagino o orgasmo
Imagino a luxúria
Imagino o abraço
O platônico,
o sem nome,
não sai do travesseiro
não tem carne.
Prece constante
Pressa em torná-lo real.
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