segunda-feira, 18 de maio de 2009

Rendo-me



Rendo-me facilmente às emoções que me tirem desta inércia:

Teu largo sorriso,
Teu olhar despindo-me.
Rendo-me.
Não há moral, não há consequência...

Rendo-me.
Não penso, faço.
Faço como deseja.
És o meu diretor,
Eu, sua atriz.

Só me recuso, também sem pensar
A interpretar um adeus.


*1000imagens.com/A. Brito

Sweet Surrender (tradução)

Doce Rendição é tudo que eu posso declarar

Você me pega e ao me perguntar nada
Destrói tudo que é ruim a minha volta
Você é um anjo mas eu ja fui embora
Eu só espero que eu não tenha te decepcionado
Quando eu me ajoelhei e me rendi.

Trecho: Sweet Surrender - Sarah McLachlan

Sabor

Foste direto. Sem meias palavras deixou bem claro o que desejava sentir: o sabor. Disse-lhe apenas que não gostava de agridoce, mas provaria do amargo se me permitisse conhecer o sabor dos teus lábios.

Não exitaste. Bendito seja aquele beijo roubado. Entretanto, por mais doce que seja a memória, o amargo ainda está presente em meu paladar.

Se eu acredito?

Dizer que eu acredito no amor, seria o mesmo que dizer que eu acredito em fadas. Sei que elas existem, estão por toda parte, mas é necessário muito esforço para sentí-las.

Quando crianças ou adolescentes sentimos esta presença. Temos mais percepção e até enxergamos. Depois esta fadinha ou o amor, vai esfriando.

Minha fadinha tá meio capenga, mas continuo acreditando no poder que ela tem de se refazer com o tempo. Já o amor... é consequencia!